Agentes Penitenciários da cadeia Pública da cidade de Cuité, distante 235 quilômetros de João Pessoa, conseguiram impedir a entrada de drogas para as celas da unidade prisional após desconfiarem de uma encomenda que havia sido deixada pelas esposas de dois detentos.
Ao fazer a análise de uma caixa de ovos, os agentes Demétrius Ferreira, Pedro Paulo e Jurandir Nascimento dos Santos descobriram que os ovos estavam recheados com maconha.
De acordo com a Polícia Militar, as duas acusadas Jeane Silva Soares, de 26 anos e Ana Carolina da Silva, de 28 anos, deixaram a "encomenda" na cadeia por volta das 18h30 de quinta-feira, dia 20. Os ovos recheados de maconha seriam entregues aos irmãos Antônio Alcântara dos Santos, o "Tio", de 29 anos e Francisco Alcântara dos Santos, de 27 anos, também conhecido como "Dentinho". Eles estão presos acusados de tráfico de drogas.
Assim que encontraram os entorpecentes escondidos nos ovos, os agentes informaram o caso a Polícia Militar que conseguiu capturar as mulheres ainda na rua da cadeia. Elas foram autuadas em flagrante e transferidas para o presídio feminino do Complexo do Serrotão, em Campina Grande, onde permanecem detidas. A droga foi encaminhada para o Instituto de Polícia Científica (IPC) de Campina Grande, onde será periciada.
Ao fazer a análise de uma caixa de ovos, os agentes Demétrius Ferreira, Pedro Paulo e Jurandir Nascimento dos Santos descobriram que os ovos estavam recheados com maconha.
De acordo com a Polícia Militar, as duas acusadas Jeane Silva Soares, de 26 anos e Ana Carolina da Silva, de 28 anos, deixaram a "encomenda" na cadeia por volta das 18h30 de quinta-feira, dia 20. Os ovos recheados de maconha seriam entregues aos irmãos Antônio Alcântara dos Santos, o "Tio", de 29 anos e Francisco Alcântara dos Santos, de 27 anos, também conhecido como "Dentinho". Eles estão presos acusados de tráfico de drogas.
Assim que encontraram os entorpecentes escondidos nos ovos, os agentes informaram o caso a Polícia Militar que conseguiu capturar as mulheres ainda na rua da cadeia. Elas foram autuadas em flagrante e transferidas para o presídio feminino do Complexo do Serrotão, em Campina Grande, onde permanecem detidas. A droga foi encaminhada para o Instituto de Polícia Científica (IPC) de Campina Grande, onde será periciada.
