Além disso, o enfraquecimento do dólar ajudou o petróleo, que é cotado em dólares, barateando o barril para investidores em outras moedas.
Assim, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em outubro ganhou 1,29%, atingindo 86,24 dólares em Londres.
O West Texas Intermediate (WTI) para setembro, por sua vez, subiu 1,55%, chegando a 82,82 dólares em Nova York.
"O mercado começa a sentir a pressão de uma redução na oferta", resumiu Phil Flynn, da Price Futures Group.
Impulsionado pela continuação dos cortes de produção da Arábia Saudita e da Rússia, o petróleo apagou suas perdas da metade da semana e encerrou em seu nível mais alto em quase três meses.
Nesta sexta, o comitê ministerial conjunto da Opep e seus aliados na Opep+, que monitora os volumes de produção, recomendou manter a estratégia atual de diminuição da produção até o final de 2024.
Soma-se a esse panorama uma queda recorde nas reservas comerciais de petróleo nos Estados Unidos, lembrou Phil Flynn, após a Agência de Informação sobre Energia dos EUA relatar uma redução de 17 milhões de barris na semana que terminou em 28 de julho.
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NOVA YORK
Petróleo atinge máximo em quase três meses após cortes sauditas e russos
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