A contraofensiva "atualmente não avança tão rápido", declarou à imprensa o chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andrii Yermak, admitindo a dificuldade dos combates.
"Se tivermos que dizer que algo anda mal, diremos isso. Não tentaremos suavizar", prosseguiu.
Yermak negou a existência de pressão dos aliados ocidentais da ex-república soviética, que enfrenta uma invasão russa desde fevereiro de 2022.
"Não há nenhuma pressão. Apenas nos perguntam: 'Como podemos ajudá-los mais?'", assegurou.
Considerado o principal assessor do presidente Volodimir Zelensky, Yermak reiterou que a Ucrânia descarta abrir qualquer negociação de paz, enquanto houver tropas russas em seu território.
"Pensar nessas negociações só é possível depois que as tropas russas abandonarem nosso território", afirmou.
"Todo o mundo compreende que não vamos falar com os russos" antes disso, acrescentou.
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KIEV
Ucrânia admite que sua contraofensiva 'não avança tão rápido'
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