"Não acho que haja espaço para negociações políticas com as Forças de Apoio Rápido", lideradas por Daglo, disse Burhan à Al Jazeera. Burhan garantiu, porém, que está aberto a mediações, mas não a negociações diretas" com os paramilitares.
O Sudão sofre um surto de violência sem precedentes desde sábado, quando eclodiram combates entre as forças dos dois generais, que tomaram o poder em um golpe de Estado em 2021.
Até agora, os confrontos deixaram mais de 330 mortos, segundo a Organização Mundial da Saúde. Entre 10.000 e 20.000 pessoas fugiram dos combates para o vizinho Chade, segundo equipes da Agência de Refugiados da ONU presentes na fronteira.
"A maioria das pessoas que chegam são mulheres e crianças", disse a organização em um comunicado nesta quinta-feira.
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General Burhan rejeita negociações com paramilitares no Sudão
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