A votação é organizada há dois anos por um centro de estudos de biodiversidade genômica (LOEWE) com sede em Frankfurt, na Alemanha.
Das mais de 85.000 espécies de moluscos conhecidas no mundo - que incluem caracóis terrestres e marinhos, lesmas e ostras -, apenas algumas foram para a reta final, que tem sido votada pelo público desde 1º de março.
O ganhador do ano passado foi o caracol pintado cubano (Polymita picta).
Este ano, os finalistas são: o abalone chileno conhecido como "loco" (Concholepas concholepas), a lesma-leopardo (Limax maximus), um caracol marinho (sem concha) conhecido como Micromelo undatus, uma ostra gigante que vive em grandes profundidades (Neopycnodonte zibrowii) e uma lesma marinha com chifres (Hermissenda crassicornis).
Todos eles têm uma cabeça, um intestino e um pé musculoso que permite o deslocamento.
"De todos os invertebrados, os moluscos são os mais apreciados pelo homem, mas, curiosamente, são deixados de lado nas pesquisas genéticas", afirma a diretora do laboratório de Loewe, Carola Greve.
Os moluscos existem há mais de 500 milhões de anos e, depois dos insetos, representam a subdivisão animal mais populosa do planeta.
O vencedor do concurso terá seu DNA mapeado.
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PARIS
Molusco do Ano será eleito neste domingo
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