Entre os afetados pelo novo pacote de sanções estão o ministro da Energia, Myo Myint Oo; o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Maung Maung Aye; o chefe da Marinha, almirante Moe Aung, e os responsáveis pelas empresas fornecedoras de armas às Forças Armadas.
Funcionários da região de Yangon envolvidos nas execuções de quatro ativistas pró-democracia em julho de 2022 também foram incluídos.
Funcionários "no estado de Kachin, onde supervisionaram ataques aéreos, massacres, ataques, incêndios criminosos" também foram sancionados, anunciou a UE.
A UE já havia sancionado um total de 93 pessoas e 18 entidades pelo golpe e subsequente repressão em Mianmar.
Os militares birmaneses tomaram o poder em 1º de fevereiro de 2021, derrubaram o governo democraticamente eleito e destituíram do cargo o presidente Win Myint e a conselheira de Estado Aung San Suu Kyi.
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BRUXELAS
UE impõe sanções a autoridades birmanesas por repressão a protestos
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