"Quero anunciar a todos os peruanos que o senhor Bruno Pacheco se entregou à Justiça", disse a procuradora-geral da Nação, Patricia Benavides, em um comunicado.
Pacheco está detido sob custódia policial desde sábado, quando negociou sua entrega com promotores especiais. Ele ficou foragido por 103 dias e é investigado desde o final de 2021 por suspeita de enriquecimento ilícito e tráfico de influência, depois que US$ 20 mil em dinheiro foram encontrados no banheiro de seu escritório no Palácio do Governo, sede do Executivo.
O presidente peruano considerou "satisfatório" que Pacheco, seu ex-braço direito, tenha-se colocado à disposição da Justiça.
"Isso mostra a falsidade sobre a suposta proteção do Executivo. Esperamos que a verdade se imponha", disse Castillo no Twitter.
Castillo acumula cinco investigações da Promotoria contra ele, uma situação inédita para um presidente em exercício.
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Ex-secretário de la Presidência do Peru se entrega à Justiça
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