"O ataque da Rússia contra a Ucrânia é contrário ao direito internacional e portanto é incompatível com nossos valores", declarou Rainer Koch, presidente interino da DFB, à agência de notícias alemã SID, filial da AFP.
"Infelizmente, Gerhard Schröder não concordou com os numerosos pedidos de condenação claros contra esta guerra" acrescentou o dirigente da DFB, que havia dado a Schröder um ultimato para que abandonasse os postos que ocupa ou que renunciasse ao seu cargo na DFB.
Na quarta-feira, o Borussia Dortmund retirou do ex-chanceller seu título de membro de honra do clube pelas mesmas razões.
Aos 77 anos, Schröder não esconde a sua proximidade com o presidente russo Vladimir Putin. É presidente do conselho de administração da Rosneft, primeiro grupo de petróleo russo, e do comitê de acionistas do Nord Stream 2, o polêmico gasoduto russo-alemão.
A princípio, ainda tem previsto o seu ingresso, em junho, no conselho de vigilância da gigante do gás russa Gazprom.
Diferentemente de outros antigos líderes europeus com vínculos com grupos russos, como o francês François Fillon ou o italiano Matteo Renzi, Schröder não apresentou sua demissão dos cargos que ocupa.
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Schröder deixa de ser membro honorário da Federação Alemã de Futebol por proximidade com Putin
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