"O povo polonês sabe o quão importante é defender a liberdade", frisou Blinken após um encontro com o ministro de Relações Exteriores da Polônia, Zbigniew Rau, em Rzeszow, perto da fronteira com a Ucrânia.
"A Polônia está realizando um trabalho vital em resposta a esta crise", insistiu.
Rau, por sua vez, afirmou que a Polônia seguirá aberta a todos os que fogem da invasão russa. "A agressão russa na Ucrânia provocou uma crise humanitária de proporções inimagináveis", disse o ministro polonês.
O ministro também se comprometeu a não discriminar os refugiados de distintas nacionalidades, depois que vieram à tona relatos de que pessoas negras, a maioria africanos, tiveram problemas na fronteira com a Polônia. Além disso, acusou as forças russas de cometerem "crimes de guerra" ao bombardear áreas residenciais.
Desde 24 de fevereiro, mais de 780.000 pessoas fugiram da Ucrânia para se refugiar na Polônia.
O primeiro-ministro polonês, Mateusz Morawiecki, que também se reuniu com Blinken, pediu sanções mais duras contra a Rússia e que todos os bancos russos sejam excluídos do sistema de intercâmbio bancário Swift.
Blinken chegou à Polônia neste sábado e também visitará Moldávia, Lituânia, Letônia e Estônia para mostrar o apoio de Washington e fortalecer a união do Ocidente contra Moscou.
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RZESZÓW
Na Polônia, Blinken se compromete a oferecer mais ajuda a refugiados ucranianos
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