"Os trabalhadores da linha de frente responderam 'presente' para a nação. É normal que a nação dê um passo na direção deles", afirmou em um comunicado a ministra delegada da Cidadania, Marlène Schiappa, ao agradecer pelo trabalho.
Em setembro de 2020, a França flexibilizou as condições para a obtenção da nacionalidade por trabalhadores da saúde, agentes de segurança, funcionários do setor de limpeza, caixas e auxiliares domésticos que trabalharam durante a crise.
O tempo mínimo de residência exigido passou de cinco para dois anos. Nos últimos 12 meses foram apresentados 16.381 pedidos e a França naturalizou 12.012 estrangeiros, detalhou o ministério do Interior.
Em 2020, 61.371 pessoas receberam a nacionalidade francesa, 20% a menos que no ano anterior.
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PARIS
França naturalizou 12.000 trabalhadores estrangeiros da linha de frente da covid-19
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