Mohammed, Ammar al Baluchi, Walid bin Attash, Ramzi bin al Shibh e Mustafa al Hawsawi, detidos na base naval dos Estados Unidos na Baía de Guantánamo, Cuba, há quase 15 anos, podem ser condenados à pena de morte se forem considerados culpados pelo assassinato de 2.976 pessoas nos atentados de 2001.
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BAHÍA DE GUANTÁNAMO
Processo contra suposto cérebro do atentados de 11/9 é retomado em Guantánamo
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