"Quaisquer que sejam as decisões americanas, manteremos nossa presença para combater o terrorismo no Iraque, pelo tempo que o Iraque solicitar", afirmou durante uma entrevista coletiva em Bagdá.
"Temos as capacidades operacionais para assegurar esta presença", completou, ao final de uma reunião de cúpula regional dedicada à luta contra o terrorismo e a soberania do Iraque.
Macron também anunciou o início de "discussões" com os talibãs para "proteger e repatriar as afegãs e afegãos" em risco desde a mudança de regime em Cabul, que aconteceu em 15 de agosto.
As retiradas estão planejadas em conjunto com o Catar que, no âmbito de suas discussões com os talibãs, tem a possibilidade de "organizar operações de ponte aérea", explicou Macron.
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BAGDÁ
Macron diz que França permanecerá no Iraque mesmo em caso de retirada dos EUA
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