O projeto será realizado com o Consórcio Internacional para Infecções Respiratórias Agudas e Graves (ISARIC) e terá duas fases concluídas em 2022.
Por enquanto, há muitas incertezas sobre por que algumas pessoas infectadas sofrem consequências persistentes, como dificuldades respiratórias, fadiga ou distúrbios cardíacos e neurológicos.
Apesar da "porcentagem significativa" de pacientes com covid longa, "as evidências sobre esse problema são limitadas e baseadas em pequenas amostras de pacientes acompanhadas por um curto período", informou o ISARIC.
"É urgente otimizar e padronizar a coleta de dados clínicos" sobre a doença, acrescenta uma nota divulgada pela OMS. O projeto começará monitorando pessoas com covid longa.
Quase 205 milhões de casos de coronavírus foram registrados oficialmente desde a detecção do novo coronavírus, em dezembro de 2019, na China, de acordo com dados compilados pela AFP com base em balanços oficiais. O número de pessoas com covid persistente é desconhecido.
A OMS informou na semana passada que trabalha para desenvolver melhores programas de reabilitação para esses pacientes.
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GENEBRA
Pesquisadores lançam projeto internacional sobre covid longa
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