Em prisão domiciliar desde o golpe de Estado de fevereiro deste ano, a ex-líder de facto do governo civil está sendo processada por sedição, por violar uma lei de segredos de Estado da época colonial, por importação ilegal de walkie talkies e por ter, supostamente, recebido meio milhão de dólares e dez quilos de ouro em suborno.
Hoje, seu advogado, Khin Maung Zaw, disse à imprensa que sua cliente enfrentará quatro novas acusações de corrupção.
Sua equipe jurídica ainda não pôde ver "as primeiras atas (de acusação) e outros documentos" destas novas acusações, que serão julgadas em um tribunal de Mandalay (centro) a partir de 22 de julho, acrescentou.
A líder civil de 76 anos está na metade de outro julgamento, na capital Naipyidó. Uma audiência sobre as acusações de que teria violado as medidas sanitárias vinculadas à pandemia da covid-19 estava prevista para hoje. Foi adiada, porque nenhuma testemunha de acusação se apresentou, relatou o advogado de Suu Kyi.
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YANGON
Líder civil birmanesa Aung San Suu Kyi recebe novas acusações de corrupção
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