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Estado de Minas PANDEMIA

COVID-19: EUA atingem 500 mil mortes e igualam números de três guerras

Vidas perdidas para o coronavírus no país se equivalem às mortes de norte-americanos na Segunda Guerra Mundial e nas guerras da Coreia e do Vietnã juntas


22/02/2021 19:12 - atualizado 22/02/2021 19:50

Estados Unidos devem chegar a 589 mil mortes por COVID-19 até 1º de junho, aponta estudo(foto: Go Nakamura / Getty Images / AFP)
Estados Unidos devem chegar a 589 mil mortes por COVID-19 até 1º de junho, aponta estudo (foto: Go Nakamura / Getty Images / AFP)
Os Estados Unidos registraram, nesta segunda-feira (22/2), a triste marca de 500 mil óbitos por COVID-19. O número assusta, uma vez que equivale à quantidade de americanos mortos na soma da Segunda Guerra Mundial e das guerras da Coreia e do Vietnã.

Durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945, cerca de 405 mil norte-americanos perderam a vida. Na Guerra do Vietnã, entre 1955 e 1975, mais 58 mil combatentes dos Estados Unidos morreram. Já na Guerra da Coreia, entre 1950 e 1953, foram 36 mil vidas perdidas.

O dado de 500 mil mortos foi extraído da base de dados da Universidade Johns Hopkins, que atualiza os números da COVID-19 pelo mundo desde o começo da pandemia.

A estatística, infelizmente, pode ficar pior. Isso porque um estudo da Universidade de Washington projeta mais de 589 mil vidas perdidas, no país, por causa do novo coronavírus, até 1º de junho.

Números globais

Em todo o mundo, quase 2,5 milhões de pessoas perderam a batalha para a COVID-19.

As mortes registradas nos Estados Unidos representam 20% do total de óbitos em escala global.

Apesar disso, a média diária de mortes e casos no país caiu nas últimas semanas, com o avanço da vacinação – passou de 4 mil para menos de 1.900 por dia.

As primeiras mortes pelo novo coronavírus nos Estados Unidos foram registradas em fevereiro do ano passado.

Quatro meses depois, o país registrou 100 mil óbitos, índice que dobrou em setembro e triplicou em dezembro.

Bastaram cerca de dois meses para subir de 400 para 500 mil vidas perdidas.


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