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Estado de Minas WASHINGTON

EUA denuncia as sanções 'cínicas' da China contra funcionários de Trump


21/01/2021 19:13

A equipe do presidente americano recém-empossado, o democrata Joe Biden, denunciou nesta quinta-feira (21) a "cínica" decisão da China de impor, no dia da transição de poder, sanções contra 30 funcionários do governo em fim de mandato do republicano Donald Trump, entre eles seu secretário de Estado, Mike Pompeo.

Segundo Pequim, "funcionários anti-China dos Estados Unidos, por interesse político egoísta e por seus preconceitos e ódio contra a China, (...) planejaram, promoveram e tomaram medidas insensatas".

Por isso, a China decidiu sancionar 28 pessoas "que violaram gravemente sua soberania". Todos eles e seus familiares terão negado o acesso ao território chinês, inclusive Hong Kong e Macau.

"A imposição destas sanções no dia da posse parece uma tentativa de jogar com as divisões políticas" nos Estados Unidos, declarou à AFP Emily Horne, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional.

"Isso não funcionará. Os americanos dos dois partidos repudiam esta decisão cínica e contraproducente", acrescentou.

O presidente Biden anseia por "trabalhar com líderes dos dois partidos", republicano e democrata, "para posicionar os Estados Unidos para superar a China", assegurou a porta-voz Horne.

O chefe da diplomacia americana nomeado por Biden, Antony Blinken, mostrou desde a terça-feira firmeza com a China.

"Podemos superar a China", disse Blinken, que considera que a superpotência rival é "o desafio mais importante" para os Estados Unidos.


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