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Estado de Minas WASHINGTON

EUA espera aprovar a vacina da AstraZeneca/Oxford em abril


30/12/2020 16:25 - atualizado 30/12/2020 16:25

Os Estados Unidos esperam a autorização da vacina para abril, mais de três meses após o sinal verde do regulador do Reino Unido, informou Moncef Slaoui, assessor-chefe do programa de vacinação americano.

A MHRA, agência britânica que liberou seu uso nesta quarta-feira (30), é "uma instituição reguladora muito talentosa, que se baseia na ciência, e não tenho dúvidas sobre sua decisão", disse Slaoui durante uma entrevista coletiva na qual estimou que nos EUA a vacina será homologada "no início de abril" devido a um quadro normativo diferente.

Moncef Slaoui enfatizou em especial a necessidade de testar a eficácia do imunizante em pessoas idosas.

Desenvolvida pelo grupo AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, a vacina será distribuída a partir de 4 de janeiro no Reino Unido.

Sua chegada é muito esperada por motivos práticos: é consideravelmente mais barata do que as que já estão sendo comercializadas e pode ser mantida na temperatura de uma geladeira, entre dois e oito graus Celsius, o que facilita uma vacinação em larga escala.

Segundo Slaoui, a vacina desenvolvida pela gigante americana Johnson & Johnson deve ser aprovada em fevereiro. Esse imunizante também é bastante aguardado, pois requer apenas uma única dose, ao contrário dos aprovados até agora.

Até o momento, duas vacinas e Moderna) foram autorizadas nos EUA e 2,1 milhões de pessoas já receberam a primeira injeção.

O número está longe da meta do governo Trump, que prometeu vacinar 20 milhões de americanos até o final do ano. Na terça-feira, o presidente eleito Joe Biden criticou esse "atraso".

No entanto, o general Gus Perna, da Operação Warp Speed, implementada pelo governo dos EUA para garantir a vacinação, indicou que 14 milhões de doses já foram distribuídas no país e garantiu que as autoridades locais estão trabalhando incansavelmente para administrá-las.

Os Estados Unidos são o país mais atingido no mundo pela pandemia do coronavírus, com mais de 19,5 milhões de casos registrados e 339.000 mortes. Além disso, a situação continua se agravando e pode piorar após as festas de fim de ano.


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