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Estado de Minas

Família de vítima de violência policial nos EUA encerra processo com acordo de US$ 12 milhões


15/09/2020 19:25

A família de Breonna Taylor, morta a tiros dentro de casa durante uma operação policial, encerrou um processo civil após chegar a um acordo, nesta terça-feira, com a cidade de Louisville, Kentucky, pelo qual receberá 12 milhões de dólares.

Ben Crump, advogado da família, classificou de histórico o acordo, que inclui promessas de reforma das forças de segurança locais.

O caso foi especialmente lembrado durante a onda de protestos contra a violênca policial e o racismo que varreu os Estados Unidos nos últimos meses.

O acordo encerra a ação civil, mas não a investigação criminal, que ainda não chegou a nenhuma acusação, seis meses após a morte de Breonna.

"Por mais significativo que este dia seja, é apenas o início do caminho para uma justiça plena para ela", declarou a mãe da vítima, Tamika Palmer. "É hora de seguir adiante com as acusações criminais."

Em 13 de março, três policiais à paisana entraram na casa da jovem de 26 anos com um mandado de busca e apreensão em busca de dois suspeitos de tráfico de drogas. Era noite.

O namorado de Taylor, que estava na cama com ela, pegou uma arma e atirou nos policiais. Ele declarou mais tarde que pensou se tratar de assaltantes.

Os policiais, que não ativaram as câmeras que carregavam durante a ação, mataram Taylor com oito tiros. Um dos policiais ficou ferido no tiroteio.

Os três policiais preencheram um relatório sobre o ocorrido com uma série de erros. Um deles foi demitido e os outros dois, suspensos. Autoridades de Louisville prometeram implementar medidas para evitar operações como a que resultou na morte de Breonna.

O prefeito de Louisville declarou que a cidade "não está esperando para levar adiante as reformas necessárias para evitar que tragédias como essa se repitam".

chp/to/ft/gma/rsr/yow/bn/cc/lb

A família de Breonna Taylor, uma afro-americana morta em sua casa durante um tiroteio policial, chegou a um acordo com a cidade de Louisville, em Kentucky, de resolução de um processo civil aberto após sua morte, informou a mídia nesta terça-feira (15).

Advogados da família e da prefeitura darão uma entrevista coletiva nas próximas horas para anunciar o acordo sobre este caso emblemático, lembrado durante a onda de protestos contra a violência policial e o racismo que nos últimos meses acontece nos Estados Unidos.

O acordo inclui "uma quantia significativa de dólares" e promessas sobre uma reforma das forças de segurança locais, segundo o advogado Sam Aguilar, que representa a mãe de Taylor, declarou à emissora local WLKY.

O texto encerra o processo civil, mas não a investigação criminal, que ainda não chegou a nenhuma acusação, seis meses após a morte de Taylor.

Em 13 de março, três policiais vestidos de civis entraram na casa da jovem de 26 anos com um mandado de busca e apreensão em busca de dois suspeitos de tráfico de drogas. Era noite.

O namorado de Taylor, que estava na cama com ela, pegou uma arma e atirou nos policiais. Ele declarou mais tarde que pensou se tratar de assaltantes.

Os policiais, que não ativaram as câmeras que carregavam durante a ação, mataram Taylor com oito tiros. Um dos policiais ficou ferido no tiroteio.

Os três policiais preencheram um relatório sobre o ocorrido com uma série de erros. Um deles foi demitido e os outros dois suspensos.


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