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Estado de Minas

Total de mortos por coronavírus passa de 645.000 no mundo


26/07/2020 09:55

A pandemia de COVID-19 causou pelo menos 645.715 mortes em todo mundo desde que o escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China relatou o surgimento da doença em dezembro - aponta balanço da AFP, deste domingo (26), com base em fontes oficiais.

Desde o início da epidemia, mais de 16.072.290 pessoas em 196 países, ou territórios, contraíram a doença. Deste total, pelo menos 9.061.300 se recuperaram, segundo as autoridades.

No sábado, foram registradas 6.003 novas mortes e 260.578 infecções no mundo.

De acordo com os últimos informes, os países que notificaram mais óbitos foram Brasil, com 1.211, Estados Unidos (1.067) e México (729).

O número de mortos nos Estados Unidos chega a 146.463, com 4.178.730 casos de contágio. As autoridades americanas consideram que 1.279.414 de pessoas foram curadas da COVID-19.

Depois dos Estados Unidos, os países com maior número de falecimentos pela doença são: Brasil, com 86.449 mortes e 2.394.513 casos; Reino Unido, com 45.738 mortes (298.681 casos); México, com 43.374 mortes (385.036); e Itália, com 35.102 mortes (245.864 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica tem a maior taxa de mortalidade, com 85 mortes a cada 100.000 habitantes, seguida de Reino Unido (67), Espanha (61), Itália (58) e Suécia (56).

A China, sem levar em conta os territórios de Hong Kong e de Macau, registrou um total de 83.830 pessoas infectadas, das quais 4.634 morreram, e 78.908 foram completamente curadas.

Desde o início da pandemia, a Europa teve 207.869 mortes (3.061.857 infecções); América Latina e Caribe, 182.511 (4.329.332); Estados Unidos e Canadá, 155.381 (4.292.245); Ásia, 57.019 (2.456.523); Oriente Médio, 25.238 (1.087.157); África, 17.513 (829.127); e Oceania, 184 (16.057).

Esse balanço foi feito com base em dados das autoridades nacionais compiladas pelas redações da AFP ao redor do mundo e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções por parte das autoridades, ou à publicação tardia dos dados, o aumento dos números publicados nas últimas 24 horas pode não corresponder exatamente aos do dia anterior.


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