
Nele, as partículas presentes na respiração - ou de amostras coletadas na garganta e no nariz, como as usadas atualmente - são colocadas em um chip com uma extensa variedade de sensores projetados especificamente para detectar o vírus. O sistema analisa a amostra biológica e fornece um resultado positivo ou negativo preciso por meio de um sistema conectado à nuvem.
Além da rapidez do diagnóstico, o novo teste tem 90% de precisão, superior ao do PCR (de biologia molecular). Outra vantagem é o baixo custo, segundo os pesquisadores, inferior aos dos outros métodos disponíveis no mercado. A principal aplicação pensada para o bafômetro é a testagem de passageiros em aeroportos e de trabalhadores que precisarem retornar ao trabalho presencial.
