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Estado de Minas

Com máscaras, legisladores americanos debatem pacote de apoio econômico


postado em 23/04/2020 14:31

Usando máscaras e distantes uns dos outros, os legisladores dos Estados Unidos se reuniram nesta quinta-feira (23) para votar uma parcela adicional de meio trilhão de dólares para sustentar a economia do país, atingida pela pandemia de coronavírus.

Mais de 200 membros da Câmara de Representantes foram convocados a Washington, depois de semanas fora da capital federal, para aprovar novos fundos para ajudar pequenas e médias empresas (PMEs) e os hospitais americanos.

O Senado aprovou na terça-feira o projeto de lei que reserva novos fundos, de US$ 480 bilhões, e o presidente Donald Trump deixou claro que está pronto para promulgá-lo uma vez que o Congresso dê sinal verde.

"Peço à Câmara que aprove o projeto de lei, e eles votarão, imagino, muito em breve", disse Trump na terça-feira.

Apenas alguns grupos de legisladores foram autorizados a entrar na sala, e aqueles que ficaram fora tiveram de acompanhar o debate pela televisão.

Os líderes democratas da Câmara esperavam que mais de 215 dos 435 membros comparecessem, para garantir o quórum para aprovar a lei.

No momento da votação, os legisladores poderão entrar na câmara apenas aos poucos.

Primeiro, haverá a votação de um projeto de lei para criar um comitê para investigar a resposta do governo à epidemia nos Estados Unidos. Em seguida, a Casa será esterilizada por 30 minutos antes da aprovação do projeto de lei do estímulo.

O plano para salvar empregos, aprovado pelo Senado por unanimidade após mais de uma semana de negociações entre democratas, republicanos e a Casa Branca, é a mais recente injeção maciça de dinheiro do governo para apoiar uma economia.

A nova parcela incluiria US$ 320 bilhões em fundos para pequenas empresas, mais US$ 75 bilhões para hospitais e US$ 25 bilhões para expandir os testes de coronavírus.

Também forneceria US$ 60 bilhões em empréstimos e subvenções para recuperação de desastres.

A pandemia de COVID-19 matou quase 47.000 americanos e deixou 26 milhões de pessoas desempregadas.


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