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Estado de Minas

França limitará circulação de pessoas a partir da terça ao meio-dia por causa do coronavírus


postado em 16/03/2020 17:25

A partir da próxima terça-feira (17), ao meio-dia no horário local, a França exigirá confinamento total de todos os seus cidadãos, anunciou nesta segunda (16) o presidente Emmanuel Macron.

Eles só poderão sair às ruas por motivos de extrema necessidade, como forma de frear a propagação do novo coronavírus.

"A partir de amanhã, ao meio-dia, e ao menos pelos próximos 15 dias, a circulação das pessoas deverá ser reduzida fortemente", ressaltou o presidente francês, em um pronunciamento direcionado ao país transmitido pela televisão.

Os cidadãos só podem circular na rua para ir ou vir do trabalho, ir ao supermercado e ir aos centros de saúde, se necessário, e todas as infrações serão sancionadas.

"Estamos em guerra. Uma guerra de saúde, mas o inimigo está lá. Invisível, escorregadio", disse o presidente francês em tom marcial.

A França, um dos principais focos do coronavírus na Europa, contabiliza 6.633 infectados e 148 mortos pela pandemia do Covid-19, segundo um balanço divulgado nesta segunda-feira.

Desde sábado, todos os locais públicos não essenciais, como bares, restaurantes e cinemas, fecharam suas portas na França, que está na fase 3 da epidemia, o que significa que o coronavírus está presente em todo o território.

Para mitigar os efeitos econômicos do coronavírus, Macron prometeu uma garantia de 300 bilhões de euros para empréstimos bancários a empresas.

Se trata de um "dispositivo excepcional para adiar impostos e encargos sociais, apoiar ou estender vencimentos bancários e garantias do Estado no valor de 300 bilhões de euros para todos os empréstimos bancários contratados com bancos".

Por outro lado, o presidente francês também anunciou o adiamento do segundo turno das eleições municipais, programadas para domingo.

"Esta decisão foi aceita por unanimidade" por todos os líderes do partido, disse o presidente francês, que não deu datas, apesar de seu primeiro-ministro, Edouard Philippe, ter anteriormente proposto adiá-los até 21 de junho.


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