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Estado de Minas

Muçulmanos se autoflagelam durante ritual religioso em memória do neto de Maomé

Xiitas relembram em luto o martírio de Hussein, morto em batalha de forma violenta pelo inimigo


postado em 10/09/2019 09:44 / atualizado em 10/09/2019 10:36

(foto: BANARAS KHAN / AFP)
(foto: BANARAS KHAN / AFP)

Milhões de muçulmanos xiitas em países da Ásia e especialmente no Oriente Médio estão

respeitando o Ashura, período de dez dias de luto em memória do martírio do neto do profeta Maomé no século VII.

Hussein foi morto na batalha de Karbala, no Iraque Moderno, em 680 D.C.

Durante uma procissão que reúne multidões na cidade onde o Iman foi executado, homens se autoflagelam, para derramar sangue em homenagem ao mártir, decapitado e mutilado pelas tropas do califa Omeia Yazid.

(foto: Hussein FALEH / AFP)
(foto: Hussein FALEH / AFP)


Em Basra, também no Iraque, o autoflagelo se dá com o ritual de bater com a espada na cabeça até sangrar.

Em Quetta, no Paquistão, os muçulmanos se ajoelham para as orações ao meio-dia. Tropas policiais acompanham de perto a manifestação religiosa.



As procissões terminam nos santuários, onde os fiéis oram de forma fervorosa, sem camisa e com mãos no coração.

(foto: Mohammed SAWAF / AFP)
(foto: Mohammed SAWAF / AFP)


Em Najaf, no Iraque, uma outra tradição cultural e folclórica também ocorre nesse período, os jogos de guerra, realizados com espadas e com guerreiros sobre cavalos, todos ornados com roupas de época.

(foto: Haidar HAMDANI / AFP)
(foto: Haidar HAMDANI / AFP)
 


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