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Estado de Minas

Netanyahu pede 'sanções imediatas', se Irã violar acordo nuclear


postado em 17/06/2019 11:31

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, exigiu nesta segunda-feira (17) "sanções imediatas" contra o Irã por parte da comunidade internacional, se Teerã superar - conforme anunciou - os limites de reservas de urânio enriquecido autorizados pelo acordo internacional de 2015.

Durante uma cerimônia em Jerusalém, Netanyahu reivindicou que a comunidade internacional aplique "imediatamente" o mecanismo de sanções ("snapback sanctions") previsto no acordo de 2015, em caso de violação por parte da República Islâmica.

O Irã anunciou nesta segunda que suas reservas de urânio enriquecido passarão, a partir de 27 de junho, do limite imposto pelo acordo. Washington se retirou do pacto de maneira unilateral em maio de 2019, restabelecendo e reforçando suas sanções contra Teerã.

"A comunidade internacional deve impor imediatamente o regime de sanções acertado previamente, as 'snapback sanctions', se o Irã executar suas ameaças e violar o acordo nuclear", afirmou Netanyahu, segundo declarações divulgadas por seu gabinete.

"Israel não permitirá ao Irã obter armas nucleares", acrescentou.

Concluído em Viena em 2015 entre Irã, Alemanha, China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia, o acordo busca limitar de forma drástica o programa nuclear da República Islâmica, em troca de suspender as sanções econômicas internacionais contra este país.

Há meses, o Irã pressiona seus sócios que ainda estão dentro do pacto para evitar os efeitos devastadores para sua economia.


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