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Estado de Minas

Governo italiano exige respostas após queda de ponte em Gênova

Cerca de 30 veículos despencaram da estrutura. Ao menos 22 pessoas morreram


postado em 14/08/2018 15:36

Ver galeria . 41 Fotos Queda de ponte na Itália deixa ao menos 20 mortos. Chovia muito na hora do acidenteAFP
Queda de ponte na Itália deixa ao menos 20 mortos. Chovia muito na hora do acidente (foto: AFP )

O governo italiano exigiu hoje (14) resposta sobre a queda de um trecho de uma ponte na cidade de Gênova, que deixou um número ainda indefinido de mortos. O fato que gerou um debate sobre o estado das estradas do país. O balanço provisório é de 30 mortos e dezenas de feridos graves, de acordo com o ministro de Interior italiano, Matteo Salvini.

"Como italiano, farei tudo o que estiver nas minhas mãos para ter nomes e sobrenomes dos responsáveis passados e presentes, porque é inaceitável que na Itália se morra assim", declarou Salvini.

Na mesma linha mostraram-se outros membros do Executivo, formado pelo Movimento Cinco Estrelas (M5S) e pela Liga, como o ministro de Infraestruturas, Danilo Toninelli, que afirmou que "todos os responsáveis pagarão".

O acidente ocorreu por volta do meio-dia (7h em Brasília), por causas ainda desconhecidas, que deverão ser esclarecidas em uma investigação que começa nas próximas horas. No entanto, o estado das estradas italianas já é um assunto aberto, e sobre isso Toninelli destacou em entrevista ao canal Sky que a via era gerida pela empresa Autostrade per l'Italia, filial da Atlantia.

"A Autostrade per l'Italia tinha concessão do Estado para fazer a gestão e a manutenção dessa estrada. A manutenção é absolutamente da Autostrade", insistiu.

Após o acidente, a concessionária italiana explicou, em nota, que estava trabalhando para consolidar a manutenção da estrutura e que, "como estava previsto, tinha instalado uma ponte-guindaste para permitir o desenvolvimento de atividades": "Os trabalhos e o estado da ponte estavam sujeitos a constante observação das autoridades locais."

O ministro da Justiça, Alfonso Bonafede, definiu a queda da ponte como "verdadeira tragédia" e assegurou que "quem tiver que pagar, pagará".

Por sua vez, o presidente da região de Ligúria, Giovanni Toti, garantiu, em nota, que "a área está sob controle" e que o Corpo de Bombeiros "está avaliando o risco de novas quedas".

Atualmente, estão na região mais de 200 bombeiros, mas também médicos, equipes da Defesa Civil e da Guarda Municipal, que trabalham para retirar todos os escombros e salvar quem possa ter ficado entre as ferragens, o que é a prioridade, segundo as autoridades.


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