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Estado de Minas

Piloto heroína de voo da Southwest não devia estar no comando naquele dia


postado em 10/05/2018 20:00

A famosa piloto considerada uma heroína após o acidente com um voo da Southwest que deixou uma passageira morta em 17 de abril contou que era o seu marido, também um piloto da companhia aérea americana, que deveria estar no comando da aeronave naquele dia.

Tammie Jo Shults, uma das primeiras mulheres a pilotar um caça na Marinha americana, conseguiu pousar a sangue frio o Boeing-737 que sofreu um acidente quando se dirigia de Nova York a Dallas, transportando 144 passageiros e cinco tripulantes.

"Havia trocado (o turno) com meu marido" para poder assistir uma competição de atletismo do meu filho, disse Shults à emissora ABC, em sua primeira entrevista a meios de comunicação americanos após o acidente. "Não trocarei nunca mais", brincou.

Shults, de 56 anos, e seu copiloto aterrissaram de emergência na Filadélfia depois que uma parte do motor esquerdo da aeronave se desfez 20 minutos após a decolagem.

Pedaços de metal quebraram uma janela, o que despressurizou a cabine e sugou parcialmente uma passageira, bancária e mãe de duas crianças do Novo México, que morreu pouco depois do pouso devido aos ferimentos.

Depois do acidente, o regulador aéreo americano, FAA, exigiu inspeções urgentes de alguns motores da família CFM56 em todo o mundo para detectar eventuais sinais de desgaste do metal.

No mês passado, o presidente Donald Trump recebeu a tripulação e os passageiros na Casa Branca, onde elogiou "o incrível trabalho" da capitã Tammie Jo Shults.

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