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Estado de Minas

Babá da Russia que decapitou menina diz ter agido 'por ordem de Alá'

A justiça abriu uma investigação por "assassinato de menor", enquanto os meios de comunicação russos se perguntam sobre as motivações desta mulher, classificada por alguns de "demente" e por outros de "terrorista"


postado em 02/03/2016 06:55 / atualizado em 02/03/2016 09:06

(foto: Reprodução Instagram / @oleg_smotra)
(foto: Reprodução Instagram / @oleg_smotra)

A babá presa em Moscou após decapitar uma menina de quatro anos disse ter agido "por ordem de Alá", durante sua apresentação nesta quarta-feira ante um juiz que ordenou sua prisão preventiva. Goultchekhra Bobokoulova, uma cidadã do Uzbequistão de 38 anos, foi detida na segunda-feira perto de uma estação de metrô no nordeste da capital russa quando caminhava na rua com a cabeça decapitada de uma menina gritando "Alá é grande!". "Isso é o que Alá me ordenou", declarou a mulher à imprensa ao chegar à audiência. O juiz decidiu pela detenção preventiva da mulher até 29 de abril.

Pouco antes do início da audiência, a acusada fez declarações incoerentes, nas quais misturava reclamações e um discurso profético. "Alá envia o segundo profeta para trazer novas da paz, olá a todos", declarou. "Tenho fome, vou morrer em uma semana, é o fim do mundo, me proibiram de comer, olá a todos", declarou à imprensa. A justiça abriu uma investigação por "assassinato de menor", enquanto os meios de comunicação russos se perguntam sobre as motivações desta mulher, classificada por alguns de "demente" e por outros de "terrorista".

A babá da menina, que nasceu em 2011, esperou que os pais dela saíssem de casa e depois, por uma razão desconhecida, "feriu a menina no pescoço e separou a cabeça do corpo", antes de se dirigir ao metrô com a cabeça, segundo o relatório apresentado ao tribunal. "Até agora, não ficou determinada (a existência) de supostos cúmplices ou de pessoas que a tenham levado a cometer este crime", afirmam os investigadores.

A mulher foi submetida a exames psiquiátricos. Não se exclui que tenha agido "sob a influência de drogas ou psicotrópicos", declararam sem dar mais detalhes.



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