O presidente americano, Barack Obama, vai-se reunir, nesta sexta-feira, em San Bernardino (Califórnia), com as famílias das vítimas do ataque de 2 de dezembro, que deixou 14 mortos e 21 feridos.
A caminho de Honolulu, no Havaí, onde tira suas férias habituais de fim de ano, Obama "fará uma escala em San Bernardino para visitar as famílias", anunciou seu porta-voz, Josh Earnest.
Não estão previstos anúncios, ou declarações, do presidente à imprensa, afirmou o porta-voz.
A maior parte daqueles que perderam a vida durante a festa antecipada de Natal em 2 de dezembro, palco do atentado, era de funcionários do serviço público de Saúde do condado de San Bernardino.
A maioria trabalhava (uns mais e outros menos diretamente) com Syed Farook, que fez os disparos de fuzil, junto com sua mulher, Tashfeen Malik.
Segundo o FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, Syed Farook, um americano de origem paquistanesa, e sua mulher, ambos muçulmanos extremistas, inspiraram-se em ações de grupos "terroristas estrangeiros". Em suas conversas nas redes sociais, vinham falando sobre "Jihad" e sobre martírio desde 2013.
