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Estado de Minas

Suspeita de ataques nos EUA entrou no país com visto para noivos de americanos

Após matar 14 pessoas, casal morreu em uma troca de tiros com a polícia


postado em 05/12/2015 00:13 / atualizado em 05/12/2015 08:48

Syed Farook com a esposa Tashfeen Malik, que tinha 27 anos(foto: AFP PHOTO)
Syed Farook com a esposa Tashfeen Malik, que tinha 27 anos (foto: AFP PHOTO)

A mulher suspeita de realizar o massacre em San Bernardino com o marido, Syed Farook, foi para os Estados Unidos em 2014 com um visto especial para noivos de cidadãos norte-americanos, levantando questões sobre se o processo pode vetar adequadamente pessoas que simpatizam com grupos terroristas.

Autoridades afirmaram nesta sexta-feira que a cidadã paquistanesa Tashfeen Malik, que tinha 27 anos, manifestou apoio ao Estado Islâmico e seu líder em uma conta no Facebook momentos antes de abrir fogo, ao lado do marido, contra seus colegas de trabalho em uma festa. Após matarem 14 pessoas, eles morreram em uma troca de tiros com a polícia.

Malik teria entrado nos EUA em 2014 com um visto K-1, que permitia que ela viajasse para os EUA e se casasse 90 dias depois de sua chegada. Ela foi submetida a um processo de investigação que o governo americano descreve como vigoroso, incluindo entrevistas pessoas, impressões digitais checagem de listas norte-americanas de terroristas, comentários de membros da família, histórico de viagens e lugares onde ela viveu e trabalhou.

O processo começou quando ela pediu um visto para se casar com Farook, o inspetor de restaurantes paquistanês que foi criado na Califórnia.


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