
Os condenados foram levados para o telhado do hotel de quatro andares e lançados ao chão, de acordo com a testemunha, que falou na cidade turca de Reyhanli com a condição de ser identificado apenas pelo seu primeiro nome, Omar, por medo de represálias.
O Estado Islâmico proíbe a homossexualidade nos territórios que controla e as penas incluem tortura e execuções. Nesta quarta-feira, o grupo jihadista também divulgou o vídeo da possível decapitação de um espião russo.

