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Estado de Minas

Autoridades muçulmanas denunciam ataques em Tunísia, Kuwait e França


postado em 26/06/2015 17:37

Dignitários muçulmanos denunciaram os atentados cometidos nesta sexta-feira na Tunísia, no Kuwait e na França, que deixaram mais de 60 mortos, entre turistas e fiéis xiitas.

A Al-Azhar, prestigiosa instituição do Islã sunita baseada no Egito, classificou de "odioso" o ataque que deixou pelo menos 37 mortos no balneário tunisiano de Sussa, acrescentando que foi uma "violação de todos os valores religiosos e humanitários".

Em nota, a instituição também condenou o atentado suicida contra uma mesquita xiita no Kuwait, no qual 27 fiéis morreram. O grupo Estado Islâmico (EI) assumiu sua autoria.

Um dos mais antigos centros do conhecimento do Islã sunita, Al-Azhar também denunciou o ataque na França, no qual um homem foi decapitado.

"Al-Azhar faz um apelo à comunidade internacional para que vença esse grupo terrorista de qualquer maneira possível", afirmou o texto, referindo-se ao EI.

Um grupo de trabalho contra o extremismo criado pelo mufti do Egito, o qual assessora o governo em matéria de lei islâmica, também condenou os atentados.

"O que (o EI) fez para desonrar a imagem do Islã é pior do que o que foi feito por qualquer outro, muçulmano, ou não", criticou o grupo, em um comunicado.

O influente pregador sunita Youssef al-Qaradaoui considerou que os militantes do EI são "piores do que feras".

"As feras não matam outros animais se não for para se alimentar, mas algumas pessoas nunca estão saciadas de sangue e de assassinato", tuitou.


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