O governo dos Estados Unidos disse nesta quarta-feira que um ex-detento na base de Guantánamo está entre os suspeitos presos pelo assassinato de uma promotora de Uganda que supervisionava o julgamento por um atentado em Campala em 2010.
A porta-voz do Departamento de Estado Marie Harf disse que seu governo havia contribuído para a prisão, mas não deu detalhes sobre que tipo de assistência foi dada à operação empreendida por Uganda.
Harf confirmou que um dos presos tinha estado detido na controversa prisão militar de Guantánamo (ilha de Cuba) e foi libertado em 2006.
As autoridades de Uganda realizaram uma incursão para encontrar os assassinos de Joan Kagezi, chefe da promotoria do país, morta no último 30 de março.
Kagezi foi morta a tiros por um homem dirigindo uma motocicleta quando voltava para casa, num subúrbio da capital de Uganda. Ela conduzia uma acusação contra 13 homens julgados pelo duplo atentado suicida de 2010, em Campala, que deixou 76 mortos.
