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Estado de Minas

Cuba condena sanções americanas na ONU


postado em 27/09/2014 20:16

Cuba condenou, neste sábado, perante a ONU, a aplicação de leis americanas fora das fronteiras deste país, como no caso do embargo à ilha e a adoção generalizada de sanções econômicas.

A aplicação de sanções milionárias "se transformou em um instrumento de castigo, ameaça e obtenção espúria de recursos financeiros", disse, na 69ª Assembleia Geral da ONU, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez.

Na opinião do chefe da diplomacia cubana, as sanções e a aplicação extraterritorial de leis americanas se tornaram "uma ferramenta de política externa".

No caso específico de Cuba, disse Rodríguez, essa tendência se traduziu em um fortalecimento das sanções, relacionadas com o embargo de Washington contra Havana.

Estas ações, acrescentou, têm agora "ênfase inaudita nas transações financeiras, aplicando sanções multimilionárias a bancos de países terceiros", como no caso da "escandalosa e injusta mega-multa" aplicada ao banco BNP Paribas.

Em julho passado, a justiça americana aplicou multa de 8,9 bilhões de dólares ao banco francês por ter violado o embargo americano a transações financeiras com o Sudão, Cuba e Irã.

Rodríguez também condenou a decisão do Departamento de Estado de manter Cuba na lista "unilateral e arbitrária" de países "patrocinadores do terrorismo".

Em seu discurso, o chanceler cubano voltou a fazer um apelo a Washington para iniciar um diálogo bilateral "mutuamente respeitoso, responsável, sobre bases recíprocas".


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