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Estado de Minas

EUA investigam uso de míssil russo em queda de avião

A suspeita é de que um sistema antiaéreo Buk tenha sido utilizado para derrubar o avião da Malaysia Airlines


postado em 17/07/2014 15:37 / atualizado em 17/07/2014 17:07

Autoridades norte-americanas estão investigando se um míssil terra-ar fabricado pela Rússia foi usado para derrubar um avião da Malaysia Airlines perto da fronteira entre a Rússia e a Ucrânia, informou uma autoridade de defesa dos EUA.

"Esta é nossa principal prioridade", afirmou Obama. "Eu direcionei minha segurança nacional para permanecer em contato próximo com o governo ucraniano", afirmou o presidente, acrescentando que "os Estados Unidos vão oferecer toda a assistência que pudermos para determinar o que aconteceu e por quê".

Autoridades ucranianas afirmaram que o voo MH17 foi derrubado por um sistema antiaéreo Buk, também conhecido como SA-11. A fonte de defesa dos EUA disse que, com base nos relatos iniciais, um ataque com míssil terra-ar parece ser a causa mais provável da queda do jato.

O Boeing 777, com 295 pessoas a bordo, caiu perto da cidade de Donetsk, no leste da Ucrânia, que está sob controle de separatistas pró-Rússia.


A defesa dos EUA afirmou que derrubar um avião comercial a uma altitude de cruzeiro com um míssil terra-ar exigiria armamento sofisticado, que os separatistas dificilmente possuem. As forças russas poderiam ter feito o ataque, mas isso seria um "erro estratégico estúpido", disse a fonte.

Autoridades norte-americanas também estão examinando a área onde o avião da Malaysia estava voando. O governo ucraniano havia fechado o espaço aéreo sobre o leste do país ao tráfego comercial porque Kiev não está em condições de proteger aeronaves civis, segundo a fonte de defesa dos EUA. 

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) havia advertido pilotos norte-americanos em 23 de abril não sobrevoar partes da Ucrânia e da região da Crimeia, segundo informações publicadas do site da agência. A Organização da Aviação Civil Internacional, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU) e autoridades de aviação da maioria dos países emitiram avisos semelhantes para áreas onde tumultos ou conflitos militares criam risco de uma aeronave ser abatida.

A FAA não emitiu nenhum novo aviso nesta quinta-feira logo após a queda do avião da Malaysia Airlines. (Com agências)


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