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Estado de Minas

Ataques de jihadistas no Iraque deixam mais de 1.000 mortos em 17 dias


postado em 24/06/2014 10:27 / atualizado em 24/06/2014 11:14

Soldados curdos tentam defender Taza Khormato de militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante(foto: AFP PHOTO/KARIM SAHIB )
Soldados curdos tentam defender Taza Khormato de militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (foto: AFP PHOTO/KARIM SAHIB )

Mais de 1.000 pessoas morreram entre 5 e 22 de junho em várias regiões do Iraque onde os jihadistas executam uma ofensiva, informou nesta terça-feira o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

"Pelo menos 757 civis morreram e 599 ficaram feridos nas províncias de Nínive, Diyala e Saladino entre 5 e 22 de junho. Pelo menos 318 pessoas morreram e 590 ficaram feridas durante o mesmo período em Bagdá e nas regiões do sul", declarou o porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville.

O porta-voz pediu um julgamento para os responsáveis por tais atos. "Continuamos recebendo informações sobre sequestros nas províncias do norte e em Bagdá", disse, ao citar os casos de cidadãos turcos e indianos.

Os insurgentes sunitas liderados pelo grupo jihadista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) iniciaram em 9 de junho uma ofensiva que permitiu a conquista de cidades e áreas em quatro províncias do norte e do leste do país.

"O EIIL divulgou dezenas de vídeos que mostram um tratamento cruel, decapitações e fuzilamentos fora de combate de soldados, policiais e pessoas atacadas aparentemente por sua religião ou origem étnica, incluindo os xiitas e os grupos minoritários como os turcomanos, os shabak, os cristãos e os Yezidis", denunciou Colville. Em maio, mais de 900 pessoas morreram em atos violentos no Iraque, informaram a ONU e as autoridades do país.


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