
Os detidos, de 23 e 24 anos, confessaram o roubo do relicário e de uma cruz da igreja, que também foi encontrada, acrescentaram fontes policiais, que não deram mais detalhes sobre o caso.
O presidente da Associação São Pedro de Ienca, Pasquale Corriere, responsável pelo santuário do qual desapareceu a relíquia, informou que falta um pedaço do tecido manchado de sangue, mas acredita que ele será encontrado.
O procurador de Áquila, David Mancini, ordenou um novo interrogatório dos detidos para que confessem onde se encontra o restante da relíquia.
O papa João Paulo II era muito ligado à região de Abruzzo, onde costumava caminhar, meditar e esquiar. Em 2011, o relicário foi entregue ao pequeno santuário.
Hoje (30), o antigo secretário do papa, o cardeal polonês Stanislaw Dziwisz, telefonou às autoridades para pedir a devolução da relíquia antes da canonização de João Paulo II, prevista para 27 de abril.
