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Estado de Minas

Mursi e líderes islamitas estão proibidos de sair do Egito

Conselheiro da presidência denuncia golpe de estado


postado em 03/07/2013 13:19 / atualizado em 03/07/2013 14:00

Parte da população que apoia Mursi voltou às ruas para protestar(foto: KHALED DESOUKI / AFP)
Parte da população que apoia Mursi voltou às ruas para protestar (foto: KHALED DESOUKI / AFP)

O presidente egípcio Mohamed Mursi e outros dirigentes islamitas estão proibidos de deixar o Egito, informou nesta quarta-feira uma fonte da segurança.

 

Funcionários aeroportuários confirmaram à AFP que receberam ordens de impedir que estes dirigentes, incluindo Mursi, o líder da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, e o número dois da confraria, Jairat al Shater, saiam do país.

 Um conselheiro do presidente egípcio Mohamed Mursi, Esam al Hadad, denunciou um "golpe de Estado militar" que, segundo ele, vai acontecer nesta quarta-feira, depois de expirar o ultimato do exército ao chefe de Estado e depois que Mursi e outros dirigentes islamitas foram proibidos de deixar o Egito.

 "Pelo bem do Egito e pela exatidão histórica, vamos chamar o que está acontecendo por seu verdadeiro nome: golpe de Estado militar", afirmou Hadad, conselheiro de Mursi para a segurança nacional em um post no Facebook.

 


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