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Estado de Minas

Tia de Angelina Jolie morre vítima de câncer de mama

Vítima lutava contra a doença em hospital na Califórnia


postado em 27/05/2013 07:07 / atualizado em 27/05/2013 08:17

 

Angelina Jolie fez cirurgia preventiva para evitar câncer pouco antes da morte da tia (foto: AFP PHOTO/SAFIN HAMED )
Angelina Jolie fez cirurgia preventiva para evitar câncer pouco antes da morte da tia (foto: AFP PHOTO/SAFIN HAMED )

 Uma tia de Angelina Jolie morreu neste domingo, vítima de câncer de mama, poucas semanas depois da atriz vencedora do Oscar ter anunciado que foi submetida a uma dupla mastectomia para prevenir o risco de desenvolver um tumor.

 O site E! News, especializado em notícias do mundo do entretenimento e Hollywood, divulgou a notícia, citando como fonte Ron Martin, tio de Jolie.

 

Martin disse que a esposa, Debbie - irmã mais nova da falecida mãe de Jolie - morreu na madrugada de domingo no Hospital Palomar em Escondido, Califórnia.

 "Angelina esteve em contato durante toda a semana e seu irmão Jamie nos visitou, dando apoio dia a dia", afirmou Martin. "Ambos amavam muito Debbie. Apesar de Angie não ter conseguido vir agora, enviou seu amor e apoio, era muito agradável."

 Jolie, de 37 anos, anunciou no início do mês que optou por ser submetida a uma cirurgia para reduzir o risco de desenvolver câncer de mama depois que um exame detectou uma mutação em um gene.

 O marido da atriz, Brad Pitt, chamou de heroica a decisão de Jolie, assim como muitos médicos, outras estrelas de Hollywood e milhares de fãs.

 Jolie e Pitt têm seis filhos, três deles adotados. A mãe da atriz, Marcheline Bertrand, morreu de câncer de ovário aos 56 anos.

 Os médicos de Jolie estimavam que, pela presença do gene BRCA1, a atriz tinha risco de 87% de desenvolver câncer de mama e de 50% de câncer de ovário, o que a levou a adotar medidas para reduzir as possibilidades de ser afetada pela doença.

 A possibilidade de desenvolver câncer de mama caiu para 5% depois da operação, segundo revelou a atriz em um artigo publicado no jornal New York Times.

 Jolie, respeitada por seu trabalho humanitário no exterior com a ONU, disse que a decisão teve como meta ajudar outras mulheres a compreender suas opções, e também para estimular os governos nos países de baixa renda a fornecer às mulheres o atendimento médico necessário.


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