Estudantes chilenos e seus pais marcharão na tarde deste domingo pelo centro de Santiago pedindo uma educação pública e de qualidade, em um novo protesto do movimento estudantil que há mais de seis meses pede uma mudança do modelo herdado da ditadura militar.
A líder estudantil Camila Vallejo criticou o governo por ter se dedicado a "administrar e aprofundar este modelo de mercado em educação", e garantiu que o executivo está apostando "no desgaste" do movimento estudantil, e em "não realizar nenhuma concessão que represente mudanças estruturais".
