Pessoas encapuzadas montaram novamente nesta quarta-feira barricadas em vários pontos de Santiago, no início do segundo dia de um protesto de 48 horas convocada pelo movimento estudantil.
Os estudantes protestam contra o sistema de ensino herdado da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), que diminuiu a ajuda pública à educação.
Também foram queimados pneus diante da Universidade de Santiago, na avenida Alameda, assim como em outros pontos da capital chilena. Os manifestantes estão sendo reprimidos pela polícia com carros lança-jatos de água e bombas de gás lacrimogêneo. Um ciclista foi atropelado por uma patrulha.
As manifestações estão causando menos transtornos à circulação nesta quarta-feira. Durante a madrugada, foram registrados confrontos entre manifestantes e a polícia em alguns bairros da periferia.
Os policiais prenderam dez pessoas e oito agentes ficaram feridos, um deles com uma fratura no tornozelo causada por uma bala. "O governo condena drasticamente estas ações", afirmou o subsecretário do Interior, Rodrigo Ubilla.
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Novas barricadas no segundo dia de protestos estudantis no Chile
Em um primeiro balanço da mobilização de dois dias convocada pelos estudantes e apoiada pela maior central sindical do país, 263 pessoas foram presas
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