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Estado de Minas

Obama busca aprovação de plano para gerar empregos nos EUA

Aumento de obras públicas e redução de impostos para empresas que realizarem contratações estão entre os principais pontos da proposta


postado em 12/09/2011 15:05

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta segunda-feira um apelo ao Congresso norte-americano para a aprovação, sem postergações ou manobras, do projeto de lei que propõe medidas para a geração de empregos. O pacote prevê a criação de postos de trabalho a partir de cortes de impostos, gastos em projetos sociais e ajuda para governos locais e estaduais.

O projeto de lei será enviado ainda nesta segunda-feira ao Congresso. Paralelamente, Obama planeja fazer viagens a várias regiões dos Estados Unidos, começando pela Carolina do Norte e por Ohio, com o objetivo de conquistar apoio para aprovação do plano.

No último dia 8, Obama anunciou cortes de impostos para pequenos negócios e para a classe média e o aumento da tributação sobre as grandes empresas e os mais ricos como fundamentos da proposta de US$ 447 bilhões destinados a reativar a criação de empregos nos Estados Unidos. O pacote foi apresentado ao Congresso norte-americano.

Em relação aos cortes de tributos, o plano prevê a redução de impostos para as empresas que contratarem. Terão prioridade os veteranos de guerra e os desempregados de longo prazo. As empresas receberão crédito tributário de US$ 4 mil cada vez que contratarem pessoas sem trabalho há pelo menos seis meses.

O governo também pretende prorrogar por um ano o pagamento do seguro desemprego. Para estimular a economia, Obama anunciou um pacote de obras públicas. O governo norte-americano estimulará a modernização da rede de transportes e a modernização de 35 mil escolas no país, com prioridade para a instalação de internet de alta velocidade.

Segundo Obama, a proposta tem pontos que agradam tanto a parlamentares democratas (do partido do presidente) como republicanos. Para obter apoio da oposição, o presidente anunciou que o pacote de incentivos terá compensações que não permitirão a ampliação do déficit público dos Estados Unidos.


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