
A expectativa, segundo os manifestantes, é que Assad, além da renúncia, anuncie também o fim das leis de emergência e a anulação de outras restrições às liberdades políticas e civis, incluindo a liberdade de imprensa e o pluralismo político.
Paralelamente, o governo organizou uma manifestação de apoio a Assad. A rede estatal de televisão exibiu imagens de manifestações idênticas nas principais cidades do país à exceção de Latakia, o principal porto da Síria, e onde as autoridades não promoveram atos.
No último fim de semana, homens armados dispararam contra a população em Latakia provocando 13 mortes, entre militares e civis, e ferindo 85 pessoas. O regime acusou radicais muçulmanos de envolvimento nos incidentes.
