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Estado de Minas HOMICÍDIO

Polícia de Caeté esclarece assassinato de traficante ocorrido em dezembro

Homem de 24 anos foi morto com ajuda de menor que lhe traiu a confiança, para conseguir apoio do chefe do tráfico


03/03/2023 13:05 - atualizado 03/03/2023 18:37

Viatura da Polícia Civil em frente a uma delegacia
Traficante está preso na Delegacia de Caeté, enquanto o atirador, que era menor na época do crime, está solto (foto: PCMG/Divulgação)

O assassinato de Deyvisson Rodrigues Soares, de 24 anos, suspeito de tráfico de drogas, ocorrido em 4 de dezembro do ano passado, em Nova União, na Grande BH, foi esclarecido pela Polícia Civil de Caeté, com a prisão de outro traficante, J.A.N.L., de 28, autor do crime, e a apreensão de um menor, que ajudou o matador.


Segundo o delegado Cláudio Ustch, Deyvisson saiu de Belo Horizonte às pressas para escapar de perseguições, indo para Nova União, onde teria montado um ponto de venda de drogas.


No entanto, J.A. N. L. já dominava a região e fez ameaças a Deyvisson, que resolveu parar com o negócio. “No entanto, algum tempo depois, ele reativa a 'boca de fumo', o que não agradou ao traficante da área”, explica o delegado


Mas esse não teria sido o único motivo que levou à morte de Dayvisson, segundo o delegado. Ele teria se envolvido com a mulher do traficante, que resolveu colocar um ponto final na história.


“J.A. N. L. procurou Dayvisson e o cercou na rua, tirando satisfação, sacando um revólver e apontando para a vítima. Só que Dayvisson era muito forte e se atracou com o traficante, tomando dele a arma. Nesse instante, o menor que acompanhava Deyvisso, deu lhe um golpe na nuca. Este caiu e soltou a arma. O traficante a pegou e disparou contra Deyvisso”, conta o delegado Cláudio.


O menor, segundo o delegado, é nascido e criado em Nova União e seu pai era um traficante, que foi morto em confronto com a Polícia Militar. Depois disso, o menor se mudou para Belo Horizonte, mas retornou à terra natal, com o intuito de vingar a morte do pai.


Ele se tornou amigo de Dayvisson e estava com ele no momento em que foi cercado por J.A. N. L.. No entanto, o menor acabou traindo o novo amigo e ajudou na sua execução, num ato, entendido pela polícia, como forma de aproximação com o chefe do tráfico e, assim, conseguir apoio para sua vingança.



 


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