
"A princípio temos informações de, pelo menos, dois ferros-velhos de Belo Horizonte estão envolvidos. Por isso, as investigações continuam", afirmou a delegada Gislaine de Oliveira Rios, titular da 2ª Delegacia da Divisão Especializada em Prevenção e Investigação a Furto e Roubo de Veículos.
Foram quatro meses de investigação e um dos suspeitos é apontado como mentor da suposta organização criminosa, por ser contratante de mão de obra para o desmanche e negociar peças, transportar os produtos do furto. O outro é um mecânico.
Segundo a delegada, eles se especializaram em furtar carros modelo Siena e Palio, da Fiat, e cada mecânico recebia R$ 500 para desmontar um veículo, que levava em torno de três horas para ser desmontado.
Os desmanches aconteciam em um galpão alugado por R$ 1.700 mensais, no Bairro Nacional, em Contagem. O dono do imóvel, segundo a polícia, não tinha envolvimento com atividade criminosa.
