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Estado de Minas NOVO BOLETIM

BH tem salto de 50 mortes por COVID-19 nas últimas 24 horas

Esse é o segundo maior salto de óbitos desde o início da pandemia. Ocupação dos leitos do SUS saem da zona vermelha pela primeira vez desde 9 de junho


14/08/2020 17:56

BH registrou segundo maior salto de mortes nesta sexta-feira, mas ocupação de leitos tem caído nos últimos dias(foto: Tiziana Fabi/AFP - 6/5/20)
BH registrou segundo maior salto de mortes nesta sexta-feira, mas ocupação de leitos tem caído nos últimos dias (foto: Tiziana Fabi/AFP - 6/5/20)

 

Belo Horizonte chegou a 808 mortes causadas pelo novo coronavírus nesta sexta-feira (14). Houve um saldo de 50 óbitos nas últimas 24 horas – o segundo maior salto desde em toda pandemia da COVID-19. Os números são do boletim epidemiológico e assistencial da prefeitura.

 

De acordo com levantamento, a cidade registra 27.953 diagnósticos até esta sexta: 3.156 em acompanhamento, 23.989 recuperados e, como já citado, 808 óbitos. Houve um crescimento de 468 casos positivos na comparação com o balanço de quinta.

 

A região com maior registro de óbitos é Venda Nova (109). Em seguida estão: Nordeste (104), Noroeste (99), Oeste (93), Barreiro (92), Leste (87), Centro-Sul (83), Norte (73) e, por último, Pampulha (68).

 

Quanto ao perfil das vítimas, são 447 homens e 361 que perderam a vida pela doença em Belo Horizonte. A maioria deles, 81,7% (660) eram idosos. Outros 15,8% (128) tinha entre 40 e 59 anos; e 2,5% (20) entre 20 e 39 anos.

 

Quanto à cor, 49,8% dos casos graves eram pardos, 25,9% brancos, 9,4% pretos e 0,9% brancos. De acordo com a PBH, 14% não tem cor especificada ainda.

 

Leitos

 

 

 

 

A ocupação dos leitos de UTI para COVID-19 voltou a cair em Belo Horizonte no balanço divulgado nesta sexta-feira. Na soma entre a rede pública e a privada, a prefeitura registra 64,6% de utilização dos leitos das unidades de terapia intensiva. No balanço anterior, o índice era de 68,6%.

 

Ao considerar somente a rede pública, o índice saiu do vermelho desde 9 de junho: 69,6%.

 

Outro parâmetro importante para o acompanhamento das autoridades de saúde durante a pandemia é a ocupação dos leitos de enfermaria. Esses são destinados a pessoas diagnosticadas com o vírus, mas que enfrentam quadros clínicos menos graves, a síndrome gripal. Lá, o índice se manteve em 48%, considerando públicos e particulares.


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