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Estado de Minas CORONAVÍRUS

Prefeitura já distribuiu quase 2 toneladas de alimentos durante pandemia em BH

Secretaria de Assistência Social detalhou socorro a famílias de baixa renda e a moradores de rua


postado em 09/04/2020 19:05 / atualizado em 27/04/2020 14:10

(foto: Divulgação/Prefeitura de Belo Horizonte)
(foto: Divulgação/Prefeitura de Belo Horizonte)

A Prefeitura de Belo Horizonte já distribuiu 1.855 toneladas de alimentos para pessoas de baixa renda durante a pandemia de coronavírus. Conforme explicou a secretária municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra Colares, em coletiva nesta tarde de quinta-feira (9), esse número engloba as cerca de 114 mil cestas básicas oferecidas aos pais dos alunos da rede municipal, as refeições dos restaurantes populares e as destinadas às pessoas que vivem nas unidades de acolhimento da administração pública.

De acordo com Maíra, esse total ainda deve aumentar, já que, nesta quinta-feira iniciou-se a etapa de entrega de cestas básicas a famílias de baixa renda da capital. Conforme a pasta municipal, a previsão era de que fossem entregues 27 mil cestas ainda hoje. Somados todos os serviços, a secretaria prevê que sejam entregues  400 mil cestas básicas. 

A secretária ressaltou também que a prefeitura reservou R$ 100 milhões para as entregas de cestas básicas – tanto para estudantes da rede municipal quanto para famílias de baixa renda. Outros R$ 5 milhões foram destinados à compra de 57 kits de higiene que serão entregues para famílias que moram em vilas, favelas e ocupações urbanas inscritas no Cadastro Único.

Dados foram repassados na tarde desta quarta-feira, em coletiva na sede da prefeitura(foto: Juarez Rodrigues/ EM/ D.A. Press)
Dados foram repassados na tarde desta quarta-feira, em coletiva na sede da prefeitura (foto: Juarez Rodrigues/ EM/ D.A. Press)


A administração ainda destacou as medidas elaboradas para a população em situação de rua. De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, há 4,6 mil pessoas morando nas ruas da capital.

“Com relação à população em situação de rua, nós já iniciamos três novos serviços: o primeiro é o Sesc Venda Nova. Estamos fazendo o acolhimento de pessoas que têm a suspeita de COVID-19 e, como qualquer outra pessoa, precisam estar em isolamento domiciliar. No caso da população em situação de rua, nós tomamos a opção de não fazer o isolamento em abrigos que já existam na capital, até como uma medida de evitar a contaminação de outras pessoas. Então, esse espaço do Sesc Venda Nova é um espaço exclusivo para acolhimento de pessoas que tenham os sintomas”.

De acordo com a secretária, serão 300 vagas disponibilizadas na unidade e cerca de R$ 3 milhões investidos. A chefe da pasta municipal também destacou que a prefeitura levará idosos de baixa renda para uma unidade localizada no Centro da cidade. Além disso, mulheres vulneráveis financeiramente também serão atendidas.

“Nós, em parceria com a Secretaria de Saúde, destinamos R$ 10 milhões para o atendimento de idosos e também acabamos de fazer a oferta de R$ 3 milhões para as instituições de longa permanência do idoso, que são os antigos asilos. São R$ 3 mil por idoso, para que possam comprar tanto material de higiene quanto de segurança (equipamento de proteção individual) para seus trabalhadores”, detalhou. 
 
*Estagiário sob a supervisão do subeditor Eduardo Murta 

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