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Estado de Minas

Metrô de Belo Horizonte volta a operar com trens estendidos em horários de pico

Experiência realizada em 2014 está de volta de segunda a sexta-feira, de 6 às 9h e de 17 às 19h30. Nesta sexta, usuários já receberam orientação sobre ponto de parada nas plataformas, mas em algumas estações faltam cobertura


postado em 01/09/2017 20:58 / atualizado em 01/09/2017 21:51

Em 2014, os trens estendidos circularam, antes da aquisição de 10 novas composições(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A.Press)
Em 2014, os trens estendidos circularam, antes da aquisição de 10 novas composições (foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A.Press)

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), em Belo Horizonte, retoma a operação com trens acoplados para aumentar o número de lugares no metrô da Grande BH. Usando composições com oito carros, a capacidade de transporte será duplicado em viagens no horário de pico. Em abril de 2014, quando ainda circulavam somente os modelos antigos, sem ar-refrigerado, também foi utilizado o recurso dos trens estendidos, visando principalmente o atendimento no período da Copa do Mundo de Futebol.

A retomada dos trens acoplados, segundo a CBTU, pretende oferecer conforto, rapidez e economia para os cerca de 60 milhões de usuários anuais do sistema de transporte urbano sobre trilhos, que corta a capital mineira entre a estação Vilarinho, no Venda Nova, e Eldorado, em Contagem, na Grande BH.

Por meio de nota, a CBTU informou que as composições com oito carros, quatro a mais que o convencional, vão circular de segunda a sexta-feira, sempre de 6h às 9h e de 17h às 19h30. “A meta da companhia é prover novas formas de deslocamento rápido, ampliando a participação do metrô na matriz de transporte da Região Metropolitana de Belo Horizonte, criando novas oportunidades de integração com os demais sistemas.”

Nesta sexta-feira, as estações do metrô passaram operar dentro do novo sistema, o que levou as composições a pararem nas extremidades das plataformas. O local de parada foi sinalizado para os condutores das locomotivas e, pelo serviço de alto-falantes, os passageiros eram orientados a esperarem o trens nas extremidades. Porém, estações como a do Santa Inês, os usuários ficam expostos em área não coberta, o que pode complicar com a chegada do período chuvoso.

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