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Estado de Minas

Liberação da pista do Move para táxis será debatida em audiência pública

Sincavir deve apresentar estudo de viabilidade da operação de trânsito com a presença de coletivos e táxis na busway


postado em 16/05/2015 14:58 / atualizado em 16/05/2015 15:20

(foto: Marcos Michelin/EM/D.A Press.)
(foto: Marcos Michelin/EM/D.A Press.)
A possibilidade de liberação da pista do BRT Move da Avenida Presidente Antônio Carlos para a circulação de táxis com passageiros em deslocamentos longos será tema de audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário da Câmara Municipal de Belo Horizonte na próxima segunda-feira. Os taxista reivindicam, desde o ano passado, o direito de circular na busway.

Em 19 de maio de 2014, primeiro dia útil do funcionamento do BRT Move na avenida, os taxistas protestaram contra o fechamento da pista mista para táxis. Desde então, o Sindicato dos Taxistas (Sincavir) negocia com a BHTrans a viabilidade técnica da operação de trânsito com coletivos e táxis na busway.

A audiência de segunda foi requerida pelo vereador Professor Wendel (PSB) e o debate reunirá especialistas, representantes de taxistas e do poder público a partir das 13h30, no Plenário Amynthas de Barros. No requerimento, o parlamentar menciona a realização um estudo de viabilidade técnica apresentado pelo sindicato da categoria que concluiu favoravelmente à liberação do uso da via. De acordo com o Sincavir, a proibição chega a dobrar o tempo de viagem do Centro ao aeroporto de Confins e encarecer a corrida em mais de 15%.

Foram convidados para a reunião o secretário municipal de Governo, Vítor Mário Valverde; o comandante da Guarda Municipal de Belo Horizonte, Coronel PM Itamar de Oliveira Pacheco Filho; os diretores-presidentes da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte S/A (BHTrans), Ramon Victor César, e do Sindicato Intermunicipal dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários, Taxistas e Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Minas Gerais (Sincavir-MG), Ricardo Luiz Faedda; e o engenheiro de trânsito Nelson Antônio Prata, autor do estudo sobre a viabilidade da medida.


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