
Sobre as lembranças da infância, Paloma revela uma certa mágoa. “Depois que todo mundo já tinha almoçado, meus pais vinham com o bolo. Nessa hora ninguém nem sabia mais o porquê dos parabéns, pois já tinham bebido e comido”. Já Christina quando era criança aproveitava a ocasião. “Quando criança ganhava dois presentes. Porque eu sempre cobrei. Trauma de criança não tenho, porque lembro que todo falava que era uma data muito bonita pra fazer aniversario”, diz a produtora. Nascer no mesmo dia de Jesus Cristo até poderia ser uma honra, mas Paloma reclama que “na escola nunca ganhava os parabéns pois estavam todos de férias”.
A mãe do empresário Adriano Ribeiro, que também nasceu no dia de Natal, tentou atenuar os possíveis traumas do filho dando sempre dois presentes na data. Adriano lembra que era para “mostrar aos irmãos que, além do Natal, era aniversário”. Parece que deu certo. “Nunca me senti rejeitado ou especial e já ganhei até festa surpresa”, comemora. O engenheiro Rodrigo Fagundes, também aniversariante do dia 25, compartilha da opinião e festeja, “Me sinto um pouco especial por ter nascido no dia em que menino Jesus nasceu. Sinto que e uma data diferente das outras, uma data importante.” Paloma tem visão oposta. “Quando era criança achava super sem graça comemorar aniversário, era sempre triste. Pra falar a verdade, acho que por isso que não gosto de aniversário hoje em dia”, lamenta a moça.

A jornalista Edilene Lopes, da Rádio Itatiaia, não se sente nenhum pouco incomodada com a data de aniversário. “Eu adoro fazer aniversário no Natal. Se você perguntasse se eu gostaria de nascer em outra data a resposta era não. Tem uma energia especial. É fantástico. Agradeço a Deus e a meus pais sempre por eu ter chegado dia 25”, comemora.
