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Estado de Minas GESTÃO

Limpeza para combater a COVID-19: quais as falhas das empresas?

Como o retorno das empresas ao trabalho, trabalhadores se preocupam com as questões de higienização e quebras de protocolo


25/01/2021 14:00 - atualizado 25/01/2021 13:27

(foto: mohamed Hassan/Pixabay )
(foto: mohamed Hassan/Pixabay )


A crise da COVID-19 é uma realidade que está afetando muitas empresas, contudo, outro ponto muito importante é como vem sendo o retorno das empresas ao trabalho, sendo necessário uma preocupação grande em relação às questões de higiene e o que se vê é que já ocorrem muitos erros na hora da higienização.

O que se observa facilmente nas empresas é que existem muitas pessoas que quebram os protocolos de cuidado, não usando máscara e não fazendo a higienização adequada. A maior preocupação deve ser da empresa, que deve se atentar para que as pessoas cumpram essas decisões.

Um ponto muito importante nesse ponto é que o exemplo deve vir de cima, ou seja, os diretores e gestores devem cumprir também essas normas, sendo exemplos para os funcionários.

Mas é preciso uma atenção grande do RH, que deve notificar casos de falhas no processo por parte dos funcionários. Lembrando que essas regras devem ser reforçadas constantemente.

Uma outra preocupação das empresas precisa ser com a limpeza e higienização das áreas comuns, que deverão ser imediatas no processo da retomada e frequentes a partir desse momento, minimizando os riscos de contágio. Um problema é que muitas empresas estão tratando a limpeza como tratavam no passado, deixando em risco os colaboradores.

 
INTENSIFICAR PROCESSO DE LIMPEZA  


"Para as empresas é preciso estratégia, tendo que se preocupar com a higienização dos locais de trabalho. Primeiro ponto a ser levado em conta é como a empresa precisará intensificar o processo de limpeza, que precisa ser com maior frequência nas áreas comuns para garantir a higiene do local e preservar a saúde dos funcionários", explica Gabriel Borba, sócio da GB Serviços (https://www.gbservicos.com.br/).

Borba acredita que após essa pandemia as coisas irão mudar, precisando haver uma preocupação muito maior com a higiene e saúde dos locais de trabalho. "Não adianta o funcionário ficar de quarentena em casa e ao voltar se contaminar, sendo que a empresa não está devidamente higienizada. Por isso, as empresas precisam agregar novos conceitos de limpeza em nossas atividades, não basta mais tirar só o pó da mesa", conta Gabriel Borba.
 

EFICIÊNCIA DO GÁS OZÔNIO 

Existem muitas tecnologias novas para o processo de limpeza e o especialista fala que uma novidade é a higienização e sanitização de ambiente com gás ozônio. A composição do ozônio é formada por moléculas altamente oxidantes, capaz de degenerar bactérias, protozoários e vírus, e outras matérias orgânicas.

"Estudos da USP confirmam que o ozônio é cerca de 200 vezes mais eficiente na descontaminação de compostos orgânicos e na eliminação de odores", explica Gabriel Borba.

Um ponto é certo, todos torcem para que a retomada seja um sucesso, contudo, nada mais será como antes, com as empresas necessitando repensar vários pontos de sua atuação, valorizando ainda mais seus colaboradores.

ORIENTAÇÕES DE PROCESSOS DE LIMPEZA 


  • 1º PASSO: limpeza geral do ambiente, sempre de cima para baixo, eliminando e recolhendo resíduos com espanador e aspirador de pó, aplicação de álcool 70% para as superfícies.
  • 2º PASSO: lavagem das áreas frias, banheiros, cozinha, áreas de serviço e copa, com desinfetante e hipoclorito de sódio.
  • 3º PASSO: aplicação do ozônio no ambiente com gerador específico e duração média de 60 minutos.
  • 4º PASSO: aplicação de aerossol bactericida Lysoform (99,9% de eficiência).






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